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A RSPB - Royal Society for the Protection of Birds e a BirdLife
International criaram um time de dez pesquisadores ao redor do
mundo para trabalharem com os pescadores, em terra e em
alto-mar, é a "Força Tarefa Albatroz".
Atualmente a campanha conta com três pesquisadores na África do
Sul, dois no Brasil e três no Chile.
Na maioria das vezes, os pescadores não estão cientes do baixo
custo e da simplicidade de novas técnicas a serem utilizadas e
que rapidamente poderão reduzir a mortalidade dos albatrozes.
Sendo assim, os resultados dramáticos encontrados nas
estimativas de mortalidade dos albatrozes poderão ser
demonstrados aos pescadores, ensinando-os sobre o uso adequado
dessa nova tecnologia e alertando-os sobre o rápido declínio
dessas aves marinhas.
Já existem observadores a bordo de embarcações de espinhel,
coletando dados sobre essa captura, mas não existe uma equipe
qualificada para treinar os pescadores e realizar a parte
prática. Por esse motivo foi criado a equipe do Albatross Task
Force - ATF.
O que faz um instrutor do Programa Albatross Task Force no
Brasil?
A equipe do ATF vai para o mar, em embarcações comerciais de
espinhel não importando as condições de mar e clima, nos mares
mais selvagens do mundo;
Usando a linguagem correta , tendo como objetivo principal
angariar respeito e credibilidade nas tripulações;
Ouvir as experiências desses pescadores para futuros adequações
no trabalho de educação ambiental;
Convencer os pescadores em como utilizar as medidas de mitigação
que irão reduzir e diminuir a morte terrível dos albatrozes que
são fisgados pelos anzóis;
Identificar as pescarias e outras causas das mortalidades de
albatrozes e aves marinhas.
O Albatross Task Force será gerenciado pelos parceiros da
BirdLife em todo o mundo. No Brasil o ATF é gerenciado pelo
Projeto Albatroz pela juntamente com a SAVE Brasil, que é
parceira nacional da BirdLife. |