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Biologia Geral |
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Biologia Geral |

Procellariiformes (do Latim procella,
tempestade) é uma ordem dos albatrozes e petréis, aves marinhas
de hábitos
pelágicos*, ou seja, que habitam o oceano aberto.
Estas aves caracterizam-se por terem as narinas em forma de
tubos situados na parte superior do bico, que é normalmente
longo e encurvado na ponta. Esta adaptação permite-lhes expulsar
do corpo o sal adquirido por ingestão de água do mar. Os Procellariiformes têm asas compridas e estreitas, o que lhes dá
uma forma aerodinâmica e minimiza a energia gasta durante os
seus longos vôos. A sua plumagem é normalmente branca, podendo
apresentar tons de cinzento ou preto. Os Procellariiformes têm
os dedos dos pés unidos por membranas interdigitais, estando o
dedo posterior ausente ou pouco desenvolvido. Estas aves
alimentam-se no alto mar de cefalópodes (luas e polvos) e
pequenos peixes.
Há 93 espécies de Procelariformes em todo o mundo, divididas em
quatro famílias:
Procellariidae* (petréis, pardelas e outros)
Diomedeidae (albatroz)
Hydrobatidae (petréis das tormentas)
Pelecanoididae (petréis mergulhadores) |
Gêneros
Fulmarus, petréis-prateados
Pterodroma, grazinas
Bulweria, petrel-de-Bulwer
Calonectris, cagarras
Puffinus, bobos
Pachyptila, faigões
Thalassoica, petrel-antárticov
Daption, pomba-do-cabo
Pagodroma, petrel-da-neve
Lugensa, grazina-de-bico-curto
Macronetes, petréis-gigantes
Halobaena, petréis-azuis
Procellaria, pardelas
Petrel (do inglês petrel ou do francês pétrel)
é a designação comum a várias espécies de aves procelariformes
das famílias Procellariidae, Hydrobatidae e
Pelecanoididae. Os
petréis são aves marinhas, que freqüentam os oceanos, se
alimentam de peixes ou de refugos dos navios e nidificam em
ilhas isoladas
Diomedeidae é uma família de aves marinhas procelariformes que
inclui albatrozes. O grupo caracteriza-se por ter asas de grande
envergadura, finas e aerodinâmicas. O bico dos albatrozes é
grande e termina em gancho. Nas patas, estas aves não têm dedo
posterior e os dedos anteriores estão unidos por uma membrana.
Os albatrozes passam a maior parte do tempo a pairar sob os
oceanos e alimentam-se sobretudo de cefalópodes.
Taxonomia
Há 21 espécies de albatroz, divididas por quatro gêneros:
Diomedea
Albatroz-errante (Diomedea exulans)
Albatroz-de-Tristão ou Albatroz-de-Gough (Diomedea dabbenena)
Albatroz-real-meridional (Diomedea epomophora)
Albatroz-real-setentrional (Diomedea sanfordi)
Albatroz-de-Amsterdam (Diomedea amsterdamensis)
Albatroz-antipodense (Diomedea antipodensis)
Albatroz-de-Gibson (Diomedea gibsoni)
Thalassarche (pronuncia-se Talassarque)
Albatroz-de-sobrancelha-negra (Thalassarche melanophris)
Albatroz-de-bico-amarelo-do-Atlântico (Thalassarche
chlororhynchos)
Albatroz-de-cabeça-cinza (Thalassarche chrysostoma)
Albatroz-arisco (Thalassarche cauta)
Albatroz-de-nariz-amarelo-do-Índico (Thalassarche carteri)
Abatroz-de-capa-branca (Thalassarche steadi)
Albatroz-de-Campbell (Thalassarche impavida)
Albatroz-de-Salvin (Thalassarche salvini)
Albatroz-de-Chattam (Thalassarche eremita)
Albatroz-de-Buller (Thalassarche bulleri)
Albatroz-do-Pacífico (Thalassarche platei)
Phoebastria (pronuncia-se Febástria)
Albatroz-dos-pés-pretos (Phoebastria nigripes)
Albatroz-de-Laysan (Phoebastria immutabilis)
Albatroz-de-cauda-curta (Phoebastria albatrus)
Albatroz-ondulado (Phoebastria irrorata)
Phoebetria (pronuncia-se Febétria)
Albatroz-negro (Phoebetria
fusca)
Albatroz-do-manto-de-luz (Phoebetria palpebrata) |
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